Artigo: “Lacan antecipou a dominação do capitalismo no mundo”, afirma o psicanalista Jacques-Alain Miller

“Lacan antecipou a dominação do capitalismo no mundo”, afirma o psicanalista Jacques-Alain Miller https://flip.it/cx9AAC

A entrevista com Jacques-Alain Miller aborda a importância da transmissão da psicanálise lacaniana, destacando que a reinvenção individual da psicanálise é necessária para sua prática. Miller também menciona o papel fundamental de Oscar Masotta na divulgação da obra de Lacan na Argentina e em outros países de língua espanhola. A entrevista também aborda as consequências políticas do ensinamento de Lacan, afirmando que ele não era nem progressista nem conservador, mas tinha preocupações humanitárias e cuidado com os doentes e os pobres. No contexto atual, em um mundo marcado pelo avanço da extrema-direita, o discurso capitalista concebido por Lacan pode ser reinterpretado, considerando a globalização e a falta de alternativas viáveis ao capitalismo.


Artigo: Entenda como a psicanálise contribui para o autoconhecimento – Jovem Pan

A psicanálise é uma técnica terapêutica desenvolvida por Sigmund Freud no final do século XIX, que busca interpretar conteúdos além da consciência humana, como impulsos, desejos, instintos e memórias reprimidas. O objetivo da psicanálise é auxiliar no cuidado de diferentes patologias e melhorar a relação do indivíduo com o meio em que vive. Além de aliviar os sofrimentos mentais, a psicanálise proporciona benefícios como autoconhecimento, elaboração de desejos e emoções, e capacidade de lidar com medos e frustrações.

A psicanálise apresenta diferentes abordagens, incluindo a freudiana, a lacaniana, a winnicottiana, a kleiniana e a bioniana. Cada uma delas enfoca aspectos específicos da mente humana e do inconsciente. A psicanálise utiliza técnicas de tratamento como a escuta atenta e o estímulo do paciente a resgatar lembranças inconscientes associadas a conflitos.

A psicanálise é indicada para qualquer pessoa que deseje se conhecer melhor, mas pode ser especialmente útil para aqueles que lidam com depressão, problemas de relacionamento, distúrbios sexuais, transtornos alimentares, sentimentos de desajuste e fobias. A duração do tratamento varia de acordo com as necessidades individuais do paciente, sendo que em muitos casos é recomendado um acompanhamento a longo prazo.

Em alguns casos, a psicanálise pode ser combinada com o uso de medicamentos prescritos por um psiquiatra, especialmente quando o paciente não consegue se manter sem esses recursos para lidar com os problemas que enfrenta.

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Artigo: Pensamentos intrusivos podem afetar sua carreira. Aprenda a combatê-los

O artigo discute como os pensamentos intrusivos podem afetar a carreira de uma pessoa e oferece dicas sobre como combatê-los. Os pensamentos intrusivos são descritos como pensamentos indesejados, repetitivos e perturbadores que podem incluir imagens ou impulsos de natureza violenta, sexual ou assustadora. Embora muitos desses pensamentos sejam considerados normais e passem pela mente sem causar danos, eles podem se tornar problemáticos quando persistem e interferem no foco e na produtividade.

A psiquiatra Lauren Edwards destaca que os pensamentos intrusivos geralmente refletem os medos e os cenários indesejados de uma pessoa, mas nem sempre são previsões de eventos reais. Ela enfatiza a diferença entre pensamentos e ações, afirmando que um pensamento intrusivo não define uma pessoa e que é possível separar-se desses pensamentos.

O artigo apresenta três estratégias para lidar com pensamentos intrusivos no ambiente de trabalho. Primeiro, enfatiza que os pensamentos não são reais e que eles fazem parte do funcionamento humano normal. Segundo, destaca que os pensamentos não definem a identidade de uma pessoa e que todos têm pensamentos intrusivos em algum momento. Terceiro, enfatiza a importância da aceitação, reconhecendo a existência dos pensamentos intrusivos e buscando atendimento médico caso eles persistam e causem preocupação significativa.

O estresse é identificado como um fator que pode desencadear pensamentos intrusivos, juntamente com interrupções na rotina, falta de sono e alterações hormonais. O artigo conclui enfatizando que os pensamentos intrusivos não precisam atrapalhar a carreira ou a vida de uma pessoa e que é possível não se apegar a eles, permitindo que eles venham e vão. Caso os pensamentos intrusivos causem problemas significativos, é recomendado buscar ajuda profissional.

Nota: Este resumo foi traduzido e adaptado do artigo “Intrusive Thoughts Can Impact Your Career. Learn How to Combat Them” escrito por Chris Westfall e publicado na Forbes USA.

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Artigo: Dismorfia financeira – A TERRA É REDONDA

O artigo discute a “dismorfia financeira”, um termo que se refere à forma distorcida como diferentes pessoas percebem sua realidade financeira e quanto dinheiro possuem. A pesquisa mencionada investigou como uma relação conflituosa com o dinheiro pode impactar diversos aspectos da vida das pessoas. A pressão emocional nas decisões de uso do dinheiro e os efeitos psicológicos negativos, como a comparação constante, foram identificados.

A pesquisa mostrou que muitos brasileiros têm uma visão negativa de sua situação financeira atual, e a faixa etária considerada na amostra foi entre 18 e 40 anos, o que pode ter influenciado nos resultados. O artigo também explora a visão de Jung sobre as fases de desenvolvimento psicológico, destacando a “crise da meia-idade” como um momento de busca por maior realização e mudança para o amadurecimento.

Além disso, são mencionados os modelos de ciclo de vida financeira, que geralmente enfatizam a acumulação de patrimônio na fase jovem e a manutenção do poder aquisitivo na meia-idade, com a possibilidade de gastar o patrimônio na terceira idade. No entanto, a realidade muitas vezes é diferente, com pessoas adotando uma postura conservadora em relação ao dinheiro após os 50 anos, quando poderiam aproveitar o que acumularam.

A dismorfia financeira é comparada à dismorfia corporal, um transtorno psicológico no qual a pessoa tem preocupação excessiva com sua aparência física. A falta de pertencimento a um padrão de riqueza e a comparação com outros são mencionadas como elementos desse transtorno. O artigo destaca a importância da educação financeira, do estudo contínuo e do cultivo da cultura como maneiras de lidar com essas questões e buscar uma sensação de pertencimento que não esteja apenas relacionada ao dinheiro.

No geral, o artigo aborda a relação complexa e multifacetada que as pessoas têm com o dinheiro, explorando as influências psicológicas e sociais que podem afetar a forma como percebem sua situação financeira e o impacto disso em suas vidas diárias.

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O valor de uma sessão

Na psicanálise lacaniana, uma das primeiras questões levantadas quando alguém decide passar por uma análise é o custo monetário das sessões. No entanto, é surpreendente descobrir que na abordagem lacaniana não existe um valor fixo preestabelecido, mas sim um acordo negociado entre o analista e o analisando. O que está em jogo não é apenas o aspecto financeiro, mas sim o valor que a análise possui para a pessoa que a busca.

O dinheiro na psicanálise não se limita apenas ao pagamento de um serviço, embora essa seja a perspectiva com a qual nos aproximamos das sessões. Além de ser um meio de troca, o dinheiro é um instrumento de intervenção analítica. Assim, desde a conversa inicial sobre os custos das sessões, algo da própria análise já começa a operar.

Isso ocorre porque o dinheiro carrega consigo múltiplos significados, sendo um objeto privilegiado. Para além de ser um equivalente universal que nos permite adquirir bens e serviços, ele também integra as fantasias inconscientes do ser humano. Portanto, nossa relação com o dinheiro está intrinsecamente ligada às nossas fantasias mais íntimas.

Cada pessoa possui uma relação peculiar com o dinheiro. Existem aqueles conhecidos como avarentos ou muquiranas, que têm dificuldade em gastar seu dinheiro. Por outro lado, há aqueles que não conseguem conservar suas economias, gastando de forma impulsiva. Além disso, há os que sentem a necessidade de prover financeiramente para suas famílias e amigos, independentemente de seu próprio salário. Também existem aqueles que vivem endividados, mesmo em condições financeiras confortáveis. Vale ressaltar que não estamos sugerindo que todas as relações com o dinheiro são exclusivamente inconscientes, desconsiderando o contexto do capitalismo, principalmente em um país como o Brasil, marcado pela desigualdade econômica.

Devido ao dinheiro possuir essa relação tão estreita com nossas questões inconscientes, ele não pode ser padronizado na psicanálise. Para cada sujeito que inicia uma análise, um valor é acordado, e ao longo do processo analítico, esse valor pode ser modificado, conforme as circunstâncias e as transformações ocorridas durante a análise.

Nessa abordagem, reconhecemos a complexidade e a importância do dinheiro como um elemento simbólico em nossa vida. Ele revela muito mais do que um simples meio de troca, tornando-se um veículo para explorar nossas fantasias, desejos e questões inconscientes. É nesse contexto que o valor da análise transcende o aspecto financeiro, adquirindo um significado único e pessoal para cada indivíduo.

Convido você a refletir sobre como sua própria relação com o dinheiro pode influenciar outras áreas de sua vida e como a análise psicanalítica pode ajudá-lo a explorar essas questões de forma mais profunda. Estou aqui para ajudá-lo nessa jornada de autodescoberta e compreensão.

A escolha

Se você só pudesse escolher um look para vestir, qual seria?

A escolha de um look pode revelar muito sobre nossa identidade, expressão pessoal e até mesmo nossos desejos inconscientes. Considerando essa perspectiva, convido você a refletir sobre a seguinte questão:

Se você só pudesse escolher um look para vestir, aquele que realmente representa quem você é em um nível profundo, qual seria e por quê?

Ao ponderar sobre essa pergunta, explore não apenas as características físicas do look, mas também os simbolismos, as cores, os estilos e as sensações que ele evoca em você. Quais elementos desse look se conectam com sua personalidade, valores e aspirações? Como essa escolha de vestimenta pode expressar sua individualidade e transmitir mensagens para o mundo ao seu redor?

Lembre-se de que não existe uma resposta certa ou errada, pois o significado do look é subjetivo e pessoal. Permita-se explorar sua imaginação e suas emoções para descobrir insights sobre si mesmo e sua relação com a moda e a autenticidade.

Estou curioso para conhecer sua resposta e as reflexões que surgem a partir dela.

Ser psicóloga

Do que você mais gosta sobre si?

Sou um indivíduo curioso, fascinado pela complexidade da mente humana e pelo poder das palavras. Em minha jornada pessoal e profissional, descobri que uma das minhas paixões é fazer perguntas e ouvir as respostas que emergem a partir delas.

Acredito que as perguntas têm o poder de abrir portas para o autoconhecimento, a reflexão e o crescimento pessoal. Elas nos convidam a explorar camadas mais profundas de nossas experiências, sentimentos e pensamentos, revelando aspectos de nós mesmos que muitas vezes passam despercebidos.

Fazer perguntas não é apenas um ato de curiosidade, mas também um convite para uma conexão autêntica com os outros. Quando nos permitimos fazer perguntas genuínas e ouvir atentamente as respostas, demonstramos interesse genuíno pelas histórias e perspectivas dos outros. Criamos um espaço de acolhimento, em que as vozes de cada indivíduo podem ser ouvidas e valorizadas.

Ao fazer perguntas, não estou em busca de respostas prontas ou soluções rápidas. Meu interesse reside na jornada de exploração e na troca significativa de ideias e experiências. Através das perguntas, desafio crenças limitantes, estimulo o pensamento crítico e convido os outros a se questionarem de forma autêntica.

Acredito que cada pessoa carrega consigo uma sabedoria única e valiosa, e é por meio das perguntas que podemos acessar e compartilhar essa sabedoria. Ouvir as respostas que surgem das perguntas nos permite aprender uns com os outros, expandir nossas perspectivas e enriquecer nossas vidas.

Meu trabalho como psicóloga e facilitadora de diálogos é facilitar esse processo de descoberta e exploração através das perguntas. Ao criar um ambiente seguro e empático, convido meus clientes e participantes a se aventurarem no território do desconhecido, a desafiarem suas próprias crenças e a encontrarem suas próprias respostas.

Fazer perguntas e ouvir as respostas é uma jornada de aprendizado contínuo, tanto para mim quanto para aqueles com quem interajo. É uma forma de construir pontes, cultivar empatia e nutrir conexões autênticas. Estou comprometido(a) em continuar explorando o poder das perguntas, pois acredito que elas são um veículo para a transformação pessoal e para a construção de uma sociedade mais consciente e compassiva.

Convido você a se juntar a mim nessa jornada de perguntas e respostas, de exploração e descoberta. Juntos, podemos desvendar os mistérios de nossa própria existência e nos conectar com a riqueza das experiências humanas. Estou aqui para ouvir suas respostas e ajudá-lo(a) a encontrar seu próprio caminho de autenticidade, crescimento e realização.